Itaboraí

Lat: -22.747187027030000, Long: -42.858479181464000

Itaboraí

Rio de Janeiro, Brasil

Enquadramento Histórico e Urbanismo

A ocupação pelos portugueses dos "sertões" banhados pelo Rio Macacu remonta a 1567, com a concessão de sesmarias ao fidalgo Miguel de Moura. Engenhos de cana‐de‐açúcar e de farinha foram ocupando lentamente a região, e uma capela, fundada em 1612 e dedicada a Santo António, deu origem à freguesia de Santo António de Macacu. Com a prosperidade da região, o governador Artur de Sá e Menezes irá em 1697 elevar a freguesia à categoria de vila, com o nome de Vila de Santo António de Sá. É a mais antiga vila do recôncavo da Guanabara. No decorrer do século XVIII, a vila e suas freguesias se tornaram entrepostos comerciais, responsáveis por escoar a produção de açúcar e outros produtos agrícolas que desciam pelo Rio Macacu. Essa prosperidade durou até meados do século XIX, quando uma série de epidemias se abateu na região, provocando o seu esvaziamento até o definitivo abandono. No local onde houve a vila restam apenas a torre sineira da Igreja Matriz de Santo António de Sá e as ruínas do Convento de São Boaventura, quinto convento franciscano a ser fundado na província da Imaculada Conceição do Brasil, da capitania do Espírito Santo até São Pedro do Rio Grande. Itaboraí origina‐se de um modesto povoado de tropeiros, surgido em fins do século XVII, em uma colina junto ao caminho geral de Campos de Goitacazes. Em 1684 João Vaz Pereira construiu uma capela dedicada a São João Batista, que foi elevada no século XVIII como freguesia da Vila de Santo António de Sá. Em 1833, a freguesia se torna Vila de São João Batista, absorvendo posteriormente o território da extinta Vila de Santo António de Sá.

Arquitetura religiosa

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